1. Comece pelo histórico de execuções
Confirme se o workflow chegou a iniciar. Se não existe execução, investigue trigger, agenda ou webhook; se existe, localize o primeiro nó com saída inesperada ou erro.
2. Separe credencial expirada de erro de lógica
Tokens, chaves e permissões podem expirar ou mudar. Verifique o tipo de erro sem expor o segredo e compare com uma execução anterior bem-sucedida.
3. Preserve entrada e saída do nó que falhou
Registre dados sanitizados recebidos pelo nó, transformação aplicada, status externo e saída gerada. Isso mostra se o defeito nasceu no próprio fluxo ou chegou de uma dependência.
4. Verifique serviços externos e limites
APIs podem responder com rate limit, timeout, indisponibilidade ou mudança de contrato. Antes de editar o workflow, confirme se a dependência ainda aceita a mesma chamada.
5. Revise retries e idempotência
Reprocessar uma automação sem controle pode duplicar e-mails, pedidos ou registros. Defina uma chave de idempotência ou critério verificável antes de repetir execuções com efeito externo.
6. Em fluxos agendados, confirme tempo e timezone
Cron, horário de verão, timezone do host e janela de execução podem deslocar tarefas. Compare o horário configurado com o horário real registrado nas execuções.
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