1. Congele a linha do tempo da mudança
Registre o que mudou, horário, versão, ambiente, responsável e último momento em que a integração funcionou. Sem essa linha do tempo, correções sucessivas podem apagar a evidência da regressão.
2. Separe autenticação de contrato da API
Confirme se a requisição chega ao destino, qual status HTTP retorna e se a rejeição acontece antes ou depois da autenticação. Uma credencial válida não garante que método, rota, campos ou permissões continuem compatíveis.
3. Compare requisição e resposta reais
Preserve endpoint, método, parâmetros relevantes, cabeçalhos não sensíveis, status, tempo de resposta e corpo sanitizado. Compare uma execução boa conhecida com a execução atual.
4. Verifique rede, DNS e TLS
Se não há resposta útil da aplicação, confirme resolução DNS, certificado, proxy, firewall, timeout e conectividade entre origem e destino. Não confunda indisponibilidade de rede com erro de regra de negócio.
5. Observe limites, retries e idempotência
Rate limit, timeout e repetição automática podem transformar uma falha simples em duplicidade ou fila presa. Registre tentativas, intervalo, correlation ID e resultado de cada chamada.
6. Reproduza com o menor caso possível
Isole uma requisição mínima em ambiente seguro. Se o caso mínimo funciona, o problema pode estar no dado, sequência ou estado interno do sistema que chama a API; se falha igual, a fronteira fica mais clara.
O problema continua sem uma causa clara?
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